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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Natural selection?


  • USA population (2012): 315 073 604
  • Art School Graduates (2012): 1 979 527 [6 283 per million/ 0,62% of total US population]
  • Artists: 10.1% [199 932]
  • Misc. Creative Fields: 6.6%[130 649]
  • Artists and Misc. Creative Fields: 16.7% 
  • More than 80% of Art School Gradutes are not performing artists (there's something wrong here, don't you think?)

Seria interessante poder comparar com a situação em Portugal. 
  • População portuguesa (2012): 10, 5 milhões
  • Licenciados de escolas de arte (artes visuais, design, arquitetura, teatro, cinema, música, dança): ?
  • Artistas plásticos: ?
  • Outros (design, arquitetura, teatro, cinema, música, dança): ?

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Portuguese radar

Gabriel Lima
Hanoi, Hanoi
21 Jan 2015 - 27 Feb 2015
Cortesia Múrias Centeno
Créditos fotográficos: Bruno Lopes

 

Drop in...


These are my recommendations for an educated tour around non-institutional Portuguese art spaces.

Alternative spaces (all in Lisbon)
Links on the right column
  • Adamastor Studios
  • Arquivo 237
  • Feira Morta
  • Galeria Bangbang
  • Laboratório
  • Manteigaria Lisboa
  • Pickpocket Gallery
  • Zaratan - Cultural Association
Private Art Spaces (Lisbon)
Links on the right column

  • Appleton Square
  • Caroline Pagés Gallery
  • Cristina Guerra Contemporary Art
  • Fundação Leal Rios
  • Galeria Baginski
  • Galeria Belo-Galsterer
  • Galeria Filomena Soares
  • Galeria Graça Brandão
  • Galeria Miguel Justino
  • Galeria Múrias Centeno
  • Galeria Pedro Alfacinha
  • Galeria Pedro Cera
  • Galeria Quadrado Azul
  • JEO-João Esteves Oliveira
  • Plataforma Revólver
  • Underdogs Gallery
  • Galeria Fernando Santos (Oporto)
  • Galeria Presença (Oporto)
Private Art Spaces (Porto)
Links on the right column

  • Galeria Graça Brandão
  • Galeria Múrias Centeno
  • Galeria Quadrado Azul

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Artistas cada vez mais endividados

Antonio Cerveira Pinto
Negative portraits, 2015
(Ref.: Index^2, 1860s/2015 #16)
Variable media
in art as no idea

Arte: excesso de capacidade e armazéns que não escoam

por ANTÓNIO CERVEIRA PINTO

Também os artistas caminham em grande número para o campo concentracionário da creditocracia. Os novos servos da gleba financeira, depois de assustados e aflitos, começam a estar fartos. Qual é o problema? Especulação financeira cruel com a arte? Artistas, críticos, curadores, galerias, bienais, museus, centros, residências, escolas, docs, pós-docs, leilões e burocratas culturais a mais — ou seja, armazéns cheios de mercadoria por escoar? E se toda a cultura for em breve digital, não apenas no sentido benjaminiano da sua reprodutibilidade técnica, mas numa versão, inédita e imprevista pelo malogrado filósofo, de uma arte aumentada e generativa? Qual será a natureza e o estatuto da arte num ambiente tecnológico global onde a realidade social da arte, enquanto agenciamento das trocas simbólicas e do poder através das formas, nasce de arquivos que se expandem exponencialmente, de robôs inteligentes assistidos por humanos mais ou menos criativos, mais ou menos repetitivos, e da interação manipulada dos mercados da atenção?

Accounting for Artists’ Debt
by Hrag Vartanian on January 22, 2015

On Friday, January 23, some of the most progressive thinkers about the financial realities facing artists will convene in the Great Hall of Manhattan’s Cooper Union to explore a topic largely ignored in the art world: the artist as debtor. Organized by artists Noah Fischer and Coco Fusco, the one-day gathering will bring together people like Andrew Ross, the author of Creditocracy, academic Greg Scholette, artist William Powhida and Martha Rosler, writers Brian Kuan Wood and Julieta Aranda of e-flux, members of the W.A.G.E. activist group, and others to discuss the plight of the artist in the age of speculative capitalism.

It’s a difficult subject, one that cuts to the heart of the art world’s mythology and the faith people place in the notion that art is above material things. “More and more [art] students are talking about debt,” Fusco told Hyperallergic during a recent conversation at her home in the Bedford-Stuyvesant neighborhood of Brooklyn. “They are told art is not about money, but about something else, which creates the conditions for financial exploitation.”

Read more @ Hyperallergic